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Este artigo sobre transmissores e sensores é o sexto da série Tudo sobre telemetria do abastecimento municipal de água“.

Se você deseja elaborar e implantar um sistema de telemetria para os reservatórios e elevatórias de água e esgoto, ETAs e ETEs, estações reguladoras de pressão e pontos de macromedição, encontrará nessa série de artigos, todo o conhecimento necessário para projetar, construir e implantar sistemas completos.

Juntamente com os artigos, são fornecidos links para download de projetos elétricos completos dos painéis, assim como softwares Ladder para automação das estações e o software customizável SCADA com telas para até 10 reservatórios e 10 elevatórias de água, tudo absolutamente sem custo.

[button_2 align=”center” href=”https://alfacompbrasil.com/2019/04/12/telemetria-de-agua/”%5DLeia o artigo: TUDO SOBRE A TELEMETRIA DO ABASTECIMENTO MUNICIPAL DE ÁGUA[/button_2]

O que são os sensores?

Sensores são dispositivos capazes de transformar grandezas físicas em grandezas elétricas, também são chamados de transdutores porque traduzem uma grandeza de uma natureza em outra, no caso em grandeza elétrica.

Outro nome frequentemente utilizado em instrumentação é o transmissor. É comum nos referirmos aos medidores de pressão, por exemplo, como transmissores de pressão, até porque o valor da pressão medida é transmitida por cabos elétricos à distância. Neste artigo utilizamos as palavras sensortransmissor e medidor como sinônimos.

Grandezas físicas importantes na telemetria da distribuição de água municipal

São muitas as grandezas físicas importantes no saneamento. As seguintes grandezas são as mais usuais na automação e telemetria das estações componentes do sistema de distribuição de água do município:

  • Nível;
  • Pressão;
  • Vazão;
  • Tensão;
  • Corrente;
  • Fator de potência.

Existem diversas outras grandezas importantes no saneamento, principalmente relacionadas a qualidade da água. Iremos apenas mencionar algumas: temperatura, oxigênio dissolvido, demanda química de oxigênio, ph, turbidez, cor, etc.

Na sequência, iremos apresentar os principais sensores/transmissores utilizados na telemetria da distribuição de água municipal.

Transmissor ultrassônico de nível

Transmissor ultrassônico de nívelUltrassom é o som em frequência superior a que o ouvido humano pode escutar. O ouvido humano consegue escutar até 20 kHz, são consideradas ultrassônicas as frequências superiores aos 20 kHz.

Ondas ultrassônicas são utilizadas na indústria para medir o nível de líquidos e sólidos sem a necessidade de contato com o produto medido, sendo ideais para a medição de materiais corrosivos e de alta temperatura.

O ultrassom aplicado na medição de nível normalmente está na faixa de 40 a 200 kHz.

Princípio de funcionamento do medidor ultrassônico de nível

O ultrassom detecta objetos pelo mesmo princípio do radar, ou seja, pulsos ultrassônicos são emitidos na direção do objeto e a distância é calculada pelo tempo que o som leva para ser refletido de volta. Morcegos utilizam o mesmo princípio para guiarem seu voo.

O transmissor ultrassônico é instalado no topo do reservatório, acima do nível máximo do líquido. Os pulsos ultrassônicos são emitidos pelo transmissor e refletidos pela superfície do líquido. O nível é calculado com base no tempo medido entre a emissão do pulso e a recepção da onda refletida. Ao nível do mar em temperatura de 20° C a velocidade do som é 344 m/s.

O transmissor deve ser calibrado para refletir a medição de acordo com os níveis máximos e mínimos do reservatório e transmitir o sinal de 4 a 20 mA dentro da faixa de valores definida na programação co CLP.

Transmissor de nível hidrostático

Transmissor de nível hidrostáticoHidrostática é a ciência dos fluidos estáticos, que não estão em movimento. O medidor hidrostático de nível é um tipo de sensor submerso, utilizado na medição de nível de líquidos pela medição da pressão no fundo do reservatório.

medidor de nível hidrostático é dotado de um diafragma de medição de pressão que pode ser do tipo strain gauge. Um lado do diafragma está em contato com o líquido e o outro lado está em contato com a pressão atmosférica através de um tubo de ventilação (respiro) que nada mais é que um conduto do tipo mangueira de diâmetro pequeno que faz parte do cabo que conduz a alimentação e o sinal analógico.

Assim, o medidor hidrostático mede a pressão da coluna do líquido que está acima do mesmo. Essa pressão é causada pelo peso do líquido sobre o sensor e é utilizada para calcular o nível deste líquido.

A simplicidade de uso do transmissor de nível hidrostático faz dele uma escolha de ótimo custo benefício. O mesmo pode ser suspenso pelo próprio cabo, de forma que o nível mínimo será definido pela profundidade ajustada no cabo.

Transmissor de pressão utilizado na medição de nível

Quando dispomos de acesso à tubulação de saída na base do reservatório, podemos utilizar transmissores de pressão para a medição do nível.

O transmissor de pressão irá funcionar segundo o mesmo princípio de funcionamento do transmissor de nível hidrostático, com as seguintes vantagens:

  • Menor custo;
  • Acesso externo e facilitado (em tubulações maiores se pode utilizar colares de tomada para instalar o sensor);
  • Possibilidade de isolar galvanicamente o sensor pela utilização de conexões ou mangueiras plásticas, conferindo assim mais proteção contra surtos elétrico que podem danificar os sensores.

Transmissor de pressão

Os transmissores de pressão consistem basicamente de três partes: uma membrana elástica que deforma quando exposta à pressão um transdutor elétrico/eletrônico que detecta a deformação, alterando suas propriedades elétricas, e um circuito eletrônico que converte a medição em um sinal elétrico que pode ser utilizado por equipamentos indicadores e controladores. O sensor utilizado pode ser do tipo resistivo, capacitivo ou indutivo.

A versão mais popular é o circuito resistivo na forma de um strain gauge. Um transdutor strain gauge é colado à membrana que sofre deformação proporcional à pressão aplicada. A deformação transmitida ao strain gauge resulta em uma alteração da resistência que é medida e transformada no sinal de saída do transmissor.

O formato de sinal mais utilizado é a saída em corrente em 4 a 20 mA.

A pressão normalmente é especificada em bar (do grego barys) ou mca (metros de coluna d’água). 1 bar = 10,197 mca.

Transmissor de vazão eletromagnético

Os medidores de vazão eletromagnéticos utilizam a Lei de Faraday para detectar e medir a vazão. Dentro de um transmissor de vazão eletromagnético existe um bobina que gera um campo magnético e eletrodos que capturam o campo elétrico resultante do movimento do líquido que está sob o campo magnético.

Segundo a Lei de Faraday, movendo líquidos condutivos dentro de um campo magnético, gera-se uma força eletromotriz (voltagem). Ou seja, a velocidade do fluxo do líquido movendo dentro do campo magnético gera um campo elétrico proporcional. O campo elétrico E é proporcional a V x B x D (velocidade x campo magnético x diâmetro).

Os transmissores de vazão eletromagnéticos apresentam as seguintes características:

  • Não são afetados por temperatura, pressão, densidade ou viscosidade do líquido;
  • Detectam a vazão também em líquidos contaminados por sólidos e bolhas;
  • Não causam perda de pressão;
  • Não utilizam partes móveis e por isso são mais confiáveis;
  • Não podem se utilizados em líquidos que não sejam condutivos.

A condutividade expressa a facilidade com que o líquido permite a condução da corrente elétrica. A condutividade é medida em S/cm (siemens por centímetro).  A água comum da torneira tem condutividade média de 100 a 200 μS/cm, água mineral de 500 μS/cm ou mais, e água pura de 0.1 μS/cm ou menos.

Multimedidor de grandezas elétricas

Multimedidor de grandezas elétricas

O equipamento que permite ler e armazenar parâmetros elétricos em redes trifásicas de forma prática e fácil é o multimedidor de grandezas elétricas. Este equipamento atua como um poderoso sistema de monitoramento de energia elétrica, avaliando de forma contínua e em tempo real a tensão e a corrente nas três fases pelo método True RMS, permitindo o cálculo preciso de todos os itens de interesse.

Os parâmetros do registrador podem ser ajustados no próprio equipamento, através de uma interface amigável ou via interface serial padrão elétrico RS-485, pelo protocolo MODBUS-RTU. A programação e a operação de um multimedidor são abordadas ao longo deste artigo.

[button_2 align=”center” href=”https://www.alfacomp.ind.br/pages/download_request/68″%5DBaixe aqui o manual técnico do multimedidor ST9250R[/button_2]

Características do multimedidor de grandezas elétricas

A partir das grandezas lidas (tensão e corrente nas três fases), o ST9250R exibe, sequencialmente, as seguintes medidas: tensão fase-neutro, tensão fase-fase, tensão no primário (somente se TP ≠ 1), corrente, fator de potência por fase, fator de potência total, potência ativa por fase, potência ativa total, potência aparente por fase, potência aparente total, potência reativa por fase, potência reativa total, consumo ativo, consumo reativo, demanda ativa, demanda reativa, demanda média ativa, demanda máxima ativa, demanda média apar­ente, demanda máxima aparente, frequência, falta de kVAr por fase, falta de kVAr total, excesso de kVAr por fase, excesso de kVAr total, tempo de funcio­namento, vazão média e volume do fluxo de água e gás, distorção harmônica total e conteúdo harmônico até a 49ª componente impar.

O equipamento conta com a função de alarme, que é acionado pelo evento programado e desligado via painel (pressionando a tecla ESC). Os eventos que provocam alarme podem ser:

  • o fator de potência muito indutivo;
  • o fator de potência muito capacitivo;
  • a tensão alta na alimentação do sistema;
  • a tensão baixa na alimentação do sistema;
  • a sobre corrente na carga;
  • a subcorrente na carga;
  • o conteúdo harmônico elevado (de corrente e tensão);
  • a demanda ativa excessiva.

Instalação

Esquemas elétricos de ligações

As figuras a seguir mostram os esquemas de ligação para a instalação dos registradores ST9250R.

Observações importantes na instalação do equipamento

  • O transformador de corrente (TC) deve medir a corrente total a ser monitorada.
  • Deve-se colocar um TC específico para a medição de corrente (sempre na relação de transformação XXXX/5A). Caso já exista um instrumento de medição, a medição de corrente pode aproveitar o TC do instrumento, desde que a corrente do secundário do TC seja sempre ligada em série com a do medidor.
  • Deve-se colocar um TC específico para a medição de corrente (sempre na relação de transformação XXXX/5A). Caso já exista um instrumento de medição, a medição de corrente pode aproveitar o TC do instrumento, desde que a corrente do secundário do TC seja sempre ligada em série com a do medidor.

Medidas Elétricas

O usuário visualiza as medidas de tensão e corrente de cada fase, frequência, potência aparente, potência ativa, potência reativa, bem como o valor de kVAr que precisa ser adicionado a cada fase do sistema para alca­nçar o set-point. Além disso, é possível visualizar a totalização dos valores tensão fase-neutro, tensão fase-fase, tensão no primário (somente se TP ≠ 1), corrente, fator de potência por fase, fator de potência total, potência ativa por fase, potência ativa total, potência aparente por fase, potência aparente total, potência reativa por fase, potência reativa total, consumo ativo, consumo reativo, demanda ativa e demanda reativa (média e máxima) frequência, falta de kVAr por fase e falta de kVAr total, excesso de kVAr por fase e excesso de kVAr total, tempo de funcionamento atual e anterior (mês).As entradas P1 e P2 são apresentadas como leitoras de pulsos dos sen­sores de vazão de água e gás (respectivamente), e preparadas para trabalhar com sensores do tipo “coletor aberto”. O equipamento atualiza os valores de vazão média e volume escoado a cada minuto, sendo possível ainda progra­mar uma constante de conversão para ajustar o medidor à realidade do sensor utilizado.O tempo de funcionamento é cumulativo, não admite ajuste. O valor anterior é atualizado na troca do mês. O valor atual é incrementado quando existir tensão em qualquer uma das fases.

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Você sabe como funcionam as entradas analógicas 4 a 20 mA do CLP e o motivo pelo qual as mesmas são tão sensíveis?

Este artigo trata disso e propõe uma solução simples para proteger as entradas analógicas de 4 a 20 mA  do CLP.

Como funcionam a entradas analógicas 4 a 20 mA do CLP

A maioria das entrada 4 a 20 mA dos CLPs de mercado possuem um resistor de cerca de 150 a 200 ohms em sua entrada. Veja abaixo um circuito típico.

No exemplo da figura acima, mostramos um transmissor hidrostático de nível.

Esse tipo de sensor é muito utilizado para medir nível de água em reservatórios pertencentes ao sistema de abastecimento de água municipal.

O transmissor hidrostático de nível trabalha submerso e, por estar em contato direto com a água, é um caminho para surtos elétricos que normalmente entram pela rede e buscam a terra.

Quando um sensor hidrostático de nível queima por surto, com frequência deixa de funcionar como regulador de 4 a 20 mA e entrega na saída os 24 V sem limitação.

Seja um transmissor hidrostático de nível, um sensor de pressão, ou qualquer outro instrumento de campo que, ao invés de entregar uma corrente de 4 a 20 mA, entrega os 24 V da alimentação diretamente à entrada analógica, isso irá danifica a entrada analógico pelo excesso de tensão e corrente.

O que acontece quando o sensor entra em curto e fornece os 24 V, sem limite de corrente, à entrada analógica 4 a 20 mA?

Digamos que a entrada analógica é dotada de um resistor de 200 ohms. A corrente sobre o resistor será:

I = 24V / 200 ohms = 120 mA e a Potência sobre o resistor P = 24 V x 120 mA = 2,88 W

Os resistores utilizados nas entrada analógica dos CLP não são dimensionados para suportar essa potência e fatalmente queimam.

Solução para proteger a entrada analógica contra o excesso de corrente

A solução é simples; precisamos de um limitador de tensão e de um limitador de corrente trabalhando em conjunto.

Como limitador de tensão utilizamos o diodo TVS e como limitador de corrente utilizamos o termistor PTC.

Utilizando a solução apresentada, quando o sensor de campo entra em curto, e os 24 V da fonte passam direto, o diodo TVS irá conduzir, limitando em 6 V a tensão na entrada analógica.

A corrente sobre o termistor PTC ao tentar ultrapassar os 50 mA fará o PTC aquecer e alterar sua resistência original de cerca de 2 ohms para uma resistência que limita a corrente em 50 mA.

No caso do circuito apresentado, a resistência do PTC irá alterar para cerca de: R = (24 V – 6 V) / 50 mA = 360 ohms.

Sobre o resistor de 200 ohms da entrada analógica a tensão resultante será de 6 V, e a corrente de 30 mA, resultando em uma potência máxima de 180 mW, que não é suficiente para danificar o componente.

O Termistor funciona como um fusível rearmável, pois após a substituição do sensor danificado (em curto), e tendo cessada a corrente excessiva, o PTC irá esfriar e voltar a ter apenas 2 ohms de resistência.

O PTC selecionado é do tipo especialmente desenvolvido para proteção contra sobre corrente. A linha Resettable Fuses – Multifuse® PPTC da Bourns é um exemplo desses componentes.

O diodo TVS é um diodo rápido especialmente desenvolvido para absorver surtos de sobretensão e muito utilizado em circuitos DPS (Dispositivo de Proteção Contra Surtos).

Circuito protetor completo para entradas analógicas 4 a 20 mA de CLP

Apresentamos agora um circuito completo de um DPS para a proteção de entradas 4 a 20 mA.

O circuito apresentado protege não só canal analógico, mas também a alimentação 24 V que é fornecida ao sensor de campo.

A proteção se dá em três estágios, por meio dos três tipos de supressores de sobretensão:

  • Centelhador a gás;
  • Varistor de óxido metálico;
  • Diodo TVS.

Os indutores que separam cada etapa da proteção ajudam a retardar e amortecer o surto.

Circuito impresso do DPS para entradas analógicas 4 a 20 mA

 

[img_text_aside style=”2″ image=”https://alfacompbrasil.com/wp-content/uploads/2019/05/DPS-SS2701.jpg” image_alignment=”left” headline=”Componentes%20do%20protetor%20para%20entradas%20anal%C3%B3gicas” alignment=”left”]

  • QTD         DESCRIÇÃO
  • 4              CN1, CN2 – AKZ-700 – 2
  • 1              D1 – P6KE30A  (TVS)
  • 1              D2 – P6KE6A  (TVS)
  • 1              F1 – Fusível rearmável (PTC) 50 mA
  • 1              F2 – Fusível rearmável (PTC) 50 mA
  • 4              L1, L2, L3, L4 – Indutor 100uH
  • 2              RV1, RV2 – S10K30 (Varistor)
  • 2              SA1, SA2 – 75V (centelhador a gás)
  • 1              Espaçador 15 mm
  • 1              Pé Fêmea RS75
  • 1              Pé Macho RS75
  • 1              PCI  SS2701

[/img_text_aside]
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[img_text_aside style=”1″ image=”https://alfacompbrasil.com/wp-content/uploads/2019/05/SS2702-2-sf.png” image_alignment=”left” headline=”Supressor%20de%20surto%20para%204%20canais%20anal%C3%B3gicos” alignment=”left”]

O módulo SS2702 constitui um protetor de canais analógicos contra surtos elétricos causados por sobre tensões na fiação de campo. Montado em circuito impresso e alojado em suporte plástico para fixação em trilho DIN, o módulo incorpora cinco circuitos de proteção contra surtos, sendo um para evitar que surtos danifiquem o circuito de alimentação em 24V e os outros quatro para proteção de canais analógicos. Cada circuito é dotado de fusível, centelhador a gás, varistor de óxido metálico, diodo supressor e indutores. O módulo substitui com vantagens de custo, espaço e tempo de montagem, um arranjo de quatro protetores, cinco fusíveis e dezesseis bornes. Um dos diferenciais do produto é o fato de ser o único do mercado dotado de fusíveis rearmáveis (PTC).

Saiba mais 
[/img_text_aside]

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O kit rádio enlace 60 km permite comunicar equipamentos em RS232 e RS485 em até 60 km quando há visada direta entre os pontos. O kit reúne os equipamento e materiais necessários para estabelecer a comunicação serial entre dois pontos. O padrão de comunicação pode ser em RS232 ou RS485. A velocidade serial admitida é de 1.200 a 230.400 bps. O alcance do enlace é de até 60 km com visada. Exemplo de aplicação: comunicação entre CLPs.

Veja abaixo a composição do kit rádio enlace 60 km.

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Composição do kit rádio enlace 60 km

Exemplo de aplicação do kit de rádio enlace 60 km

A figura a seguir apresenta um exemplo de aplicação do kit. No exemplo, um computador rodando um software supervisório supervisiona e controle um CLP distante até 60 km com visada direta.

Descrição do rádio modem P900

O rádio modem P900 com tecnologia spread spectrum possui conectores e LEDs que facilitam a instalação e utilização.

O gabinete robusto, a larga faixa de temperatura de operação e o baixo custo tornam o rádio modem P900 a solução ideal para o controle e monitoração de estações remotas de telemetria e para todo o tipo de aplicação industrial onde a comunicação serial é necessária.

O P900 incorpora ainda a capacidade de compor redes Mesh de última geração com a capacidade de restabelecimento automático de rotas de comunicação (Self Healing).

Características do rádio modem P900 

  • Permite até 276 kbps
  • Baixo custo
  • Ponto a ponto, Ponto Multiponto e Mesh
  • Rede Mesh com reencaminhamento automático
  • Store & Forward – o rádio funciona como repetidora
  • Configuração em Mesh como mestre, repetidor ou unidade terminal
  • Temperatura de operação (-55 C a +85 C)
  • Potência de saída ajustável: 100mW-1W
  • Dimensões reduzidas
  • Baixo consumo em modo adormecido
  • Filtro de quatro estágios proporciona alta rejeição a ruido e interferência
  • Correção de erro (FEC), 32 bits de CRC, e 128-bit AES

Aplicações do rádio modem P900

  • Medição de utilities
  • Telemetria de unidades remotas
  • Sensoriamento de eletricidade, óleo e gás
  • Comunicação com painéis digitais de sinalização
  • Comunicação serial em ambiente industrial

Certificação

O rádio modem P900 possui certificação Anatel.

Especificações técnicas

  • Faixa de operação: 902-928 MHz
  • Método de espalhamento: Saltos em frequência
  • Algoritmos de detecção de erro: Hamming, BCH, Golay, Reed-Solomon
  • Detecção de erro: CRC 32 bits, ARQ
  • Encriptação: Opcional (veja –AES option)
  • Alcance: 60 km
  • Sensibilidade:
    • -114 dBm em 57.6 kbps
    • -112 dBm em 115.2 kbps
    • -109 dBm em 172.8 kbps
    • -107 dBm em 230.4 kbps
  • Potência de saída: 100 mW a 1 W (20 a 30 dBm)
  • Interface serial: RS232/485 (Selecionável)
  • Velocidade serial: até 230.4 kbps assíncrono
  • Velocidade na comunicação RF: 57.6 a 276 kbps
  • Modos de operação: Mesh, Auto Routing, Store and For-ward, Self Healing, Packet Routing Modes
  • Interface: RxD1, TxD1, RTS, CTS DCD, DSR, DTR, RxD2, TxD2, RSSI LEDs, Tx/Rx LEDs, Reset, Config, Wake-up, RSmode, 4 entradas/saídas digitais, 1 entrada analógica, 1 saída analógica
  • Diagnóstico remoto: tensão da bateria, temperatura, RSSI, estatística de pacotes
  • Alimentação: 9 a 30 VCC
  • Consumo:
    • Rx: 45 mA a 98 mA
    • Tx : 1000 mA ta 1400 mA
  • Conectores:
    • Antena: SMA fêmea
    • Dados: DB-9F
  • Temperatura de operação: -55 C – +85 C
  • Peso: 120 g
  • Dimensões: 46 mm x 66 mm x 25 mm

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Converter Ethernet para serial pode ser mais fácil do que parece. O equipamento que realiza esta função é o conversor Ethernet/Serial e consiste em uma solução de alto desempenho e baixo custo para conversão do padrão TCP/IP para serial RS232/RS485. De formato adequado para montagem em painéis elétricos de automação industrial, é alojado em gabinete metálico para encaixe em trilho DIN e pode ser alimentado por tensão CC de 10 a 30V. O conversor suporta taxas de comunicação de 300 a 115200 bps nas portas RS232 e RS485, sem necessidade de ajustes. O padrão RS485 permite a comunicação de até 32 dispositivos em distâncias de até 1200 metros.

Especificações Técnicas

Tensão de Alimentação 10 a 30 VCC
Porta Ethernet RJ45
Velocidade Ethernet 10Mbps
Protocolos DHCP, TCP/IP, TCP/IP—MODBUS
Porta Serial 1—RS232 RJ12
Porta Serial 2—RS485 Borne destacável com 5 conexões
Velocidade Serial 300 a 230400bps
Consumo de energia 100 mA Máx.
Temperatura de operação 0º a +70º C
Umidade 5% a 95% (não condensante)
Dimensões (montado em trilho DIN na horizontal) Altura 72 x Largura 25 x Profundidade 60 mm
MTBF (Tempo médio entre falhas) 32.600 horas
Proteções A porta RS485 é dotada de dispositivos do tipo Transorb para proteção contra surtos de tensão

Interface serial RS232

Pino Descrição Sentido
2 RX – Dados recebidos pela porta Ethernet Saída
3 TX – Dados transmitidos pela porta Ethernet Entrada
4 RTS Entrada
5 GND
6 CTS Saída

Interface serial RS485

Pino Descrição
+V Terminal positivo de alimentação (10 a 30 V).
0V Terminal negativo de alimentação (0 V).
GND Referência de GND do circuito eletrônico.
A(+) Terminal positivo do RS485 (TX/RX+)
B(-) Terminal negativo do RS485 (TX/RX-)

LEDs Indicadores

LED Descrição
PWR Indica alimentação presente.
TX Pulsando indica a transmissão de dados pela porta Ethernet.
RX Pulsando indica a recepção de dados pela porta Ethernet.

Localização na rede LAN do conversor Ethernet

A configuração de parâmetros do CS-Ethernet é realizada diretamente pelo navegador web.

Para encontrar seu conversor na rede, utilize o freeware Ethernet Discoverer, disponível para download no link https://alfacomp.net/produto/cs-ethernet-conversor-ethernet-para-serial/. Neste aplicativo é possível localizar o endereço IP do conversor, o nome atribuído e informações adicionais.

Uma vez aberto o software (figura acima), ele procura automaticamente os conversores plugados na rede (LAN). Para efetuar sua programação dê um duplo clique sobre o mesmo, e o browser será aberto na tela de configuração (próxima figura).

Observações Importantes sobre o conversor Ethernet

Deixe habilitada apenas a conexão de rede onde há conversores instalados. O broadcast para localização do conversor acontece apenas na interface de rede padrão instalada do Windows. Assim, é necessário desligar todas as outras conexões de rede como: WiFi, 3G, e outras placas de rede instaladas no seu computador.

O Conversor sai de fábrica com o configurado com o endereço IP “192.168.1.1”, você pode acessá-lo diretamente usando um cabo de rede Cross. Mas, se houver DHCP na rede, ele adquirirá um novo IP. Aí então, será necessário usar o Ethernet Discoverer para localizar seu novo endereço IP.

Se o endereço IP do seu PC estiver fora da faixa do IP do Conversor o mesmo será encontrado pelo Ethernet Discoverer, mas o Browser não vai abrir a página de configuração residente no Conversor. Neste caso, vá em “Conexões de Rede” e atribua um IP fixo na mesma faixa do Conversor à sua interface de rede, e tente novamente.

Para retornar todas as configurações originais de fábrica, inclusive o endereço IP, segure o botão (tact switch) pressionado e alimente o Conversor. Quando o LED ficar aceso (sem piscar) solte o botão, que o conversor iniciou o procedimento de reset às configurações originais.

Configurações de usuário e senha do conversor Ethernet

Ao clicar em qualquer uma das opções de configuração será exibida a tela de login, entre com o usuário e senha para que seja liberada a alteração de parâmetros. O usuário de fábrica é “admin” e a senha é “admin”.

Configurações administrativas do conversor Ethernet

Esta tela tem a função de alterar o nome do usuário e a sua senha.

Configurações de rede do conversor Ethernet

Endereço MAC – O Endereço MAC é dado por um CI (Circuito Integrado) SMT montado no Conversor. Isto garante que seu endereço MAC é único e exclusivo.

De preferência não altere este campo. Porém, em muitas redes, os administradores validam também o MAC. Logo, este campo permite em caso de substituição do equipamento na rede, que seja criado um clone do equipamento para fins de manutenção. Mas lembre-se, nunca conecte o equipamento antigo com o novo na mesma rede.

Invisível – Torna o conversor invisível para localizadores.

Host Name – Nome do seu equipamento na rede.

Habilitar DHCP – Habilite este campo para utilizar ingressar em redes que tenham servidor.

DHCP (IP dinâmico) – Para usar IP fixo desabilite este campo.

MODBUS/TCP – Habilita o modo de comunicação.

MODBUS/TCP.

Porta de Comunicação – Define por qual porta ocorrerá a comunicação TCP. No modo MODBUS a porta padrão é a 502.

Demais configurações de rede – Modo Servidor: Configura porta de conexão com outros equipamentos. Modo Cliente: Configura endereço IP e porta de conexão do servidor.

Configuração da porta serial

Na tela de configuração da porta serial são feitas as configurações de velocidade, bits de parada e paridade.

Após todas as configurações serem feitas o conversor já estará pronto para funcionar conforme desejado.

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Você procura um circuito para iluminador a LED para painel de comando que funcione em 24 VCC, 110 VCA e 220 VCA? Veja este circuito simples, econômico e robusto. Além de iluminar o painel, possui uma chave fim de curso e um saída digital em contato seco que informa para o CLP que a porta está aberta.

Funcionamento do circuito do iluminador a LED

Quando alimentado por tensão alternada, 110 ou 220 VCA, o circuito funciona como uma FAST (Fonte de Alimentação Sem Transformador), ou seja os capacitores C1 e C2 funcionam como reatâncias capacitivas que provocam a queda de tensão necessária para gerar a tensão adequada para o LEDs. C4 e R1 funcionam como filtro passa baixa para impedir surtos de tesão sobre os diodos. D1 e D2 fazem a retificação da tensão alternada. Quando alimentado por 24 VCC os capacitores não são utilizados.

A chave NF funciona como chave fim-de-curso e aciona o circuito quando a porta está aberta. O relé K1 fornece a saída de contato seco que pode ser ligada a uma entrada digital de CLP.

PCB do iluminador a LED

Montado em circuito impresso, o iluminador resulta em um PCB de 62,5 x 55,0 mm.

Mecânica do iluminador a LED

Veja abaixo como pode ser o gabinete metálico em aço de 0,8 mm para abrigar o iluminador.

Montagem do iluminador no painel de comando

[img_text_aside style=”1″ image=”https://alfacompbrasil.com/wp-content/uploads/2018/11/SW3301-B.png” image_alignment=”left” headline=”” alignment=”left”]O iluminador é preso à aba do painel de comando por meio de 2 parafusos M3.

[/img_text_aside]

Ligações do iluminador a LED em 24 VCC, 110 VCA e 220 VCA

Veja abaixo as opções de alimentação do iluminador a LED.
[img_text_aside style=”2″ image=”https://alfacompbrasil.com/wp-content/uploads/2019/05/Iluminador-a-LED-alimentado-em-24-VCC.jpg” image_alignment=”left” headline=”Iluminador%20a%20LED%20alimentado%20em%2024%20VCC” alignment=”left”][/img_text_aside]
[img_text_aside style=”2″ image=”https://alfacompbrasil.com/wp-content/uploads/2019/05/Iluminador-a-LED-alimentado-em-110-VCA.jpg” image_alignment=”left” headline=”Iluminador%20a%20LED%20alimentado%20em%20110%20VCA” alignment=”left”][/img_text_aside]
[img_text_aside style=”2″ image=”https://alfacompbrasil.com/wp-content/uploads/2019/05/Iluminador-a-LED-alimentado-em-220-VCA.jpg” image_alignment=”left” headline=”Iluminador%20a%20LED%20alimentado%20em%20220%20VCA” alignment=”left”][/img_text_aside]
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Solicite informações adicionais ou uma cotação do iluminador a LED

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